sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

SEIS DIAS DE ESPERANÇA


Solidão, turbidez que aprisiona.

Permeada de tristeza e lamúria.

Maltratas o homem.


Alma infeliz,

Pobre criatura,

rende-se a ti.


Esperança, luz brilhante

Faz-se por vezes ilusão.

Por outras brilho constante.

Oposto do outro, estás a guiar.


O coração, teimoso que es,

Oscila entre os dois.

Qual escolher? Posso escolher?

A vida, inconstante, não permite.


Não me conformo.

Grito aos cantos

Venha esperança.

Se faça presente.


Como brisa ao vento,

A solidão se esvai.

Contos os dias.

São seis,

Ela chegou.

A esperança.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

SOL


És reluzente, permeias a vida com a tua 

presença. 

Nos teus raios recosto-me,

No teu calor me aconchego.

O teu brilho destes a sentença.


Faço-me como girassol.


Vivendo a te seguir,

Conformo-me em te contemplar

Es vida ó grande Sol.


Brilha forte, mais que todos.


Eu te olho, e aos poucos,

Estas a me conquistar.